Graduado em Jornalismo e História. Meste em História pelo Programa de Pós-graduação em História Social na Universidade de Brasília (UnB). Dedica-se a estudos de História do Brasil República, com ênfase na Era Vargas, direitos trabalhistas, História Social do Trabalho, Justiça do Trabalho, comunismo e anticomunismo e PCB nos anos 1930. Escreve regularmente sobre mestrado profissional em História (ProfHistoria) para o Café História.
A cartilha digital utiliza QR Codes e links que direcionam para vídeos, blogs, sites, podcasts, cordéis autorais e outras referências sobre a história afrofeminista.
Há muito mais na “música brega” do que se pode imaginar. Pesquisadora desenvolveu aulas-oficinas para estudantes do Ensino Médio sobre a perseguição e a censura contra cantores “brega” durante os anos de repressão.
Dá pra aprender história rindo? Dá sim. Flávio de Carvalho Pereira, professor do Ensino Médio da rede pública de Camaçari, Bahia, estimula a aprendizagem de jovens alunos com memes.
A duração estimada para completar todo o circuito é de seis horas e passa por 10 pontos, como o Largo de Santa Rita, o Morro da Conceição, a Igreja de N. Sra. da Candelária e a Praça Tiradentes.
Marco Antônio Coelho Soares, pesquisador do Mestrado Profissional em Ensino de História da Universidade Federal do Pará (UFPA) explica que o cemitério não é apenas morada dos mortos e da saudade. Ele diz muito sobre as sociedades do passado.
As oficinas foram pensadas para estudantes do 8º ano do Ensino Funda-mental II ou Educação de Jovens e Adultos (EJA). Material faz parte de trablaho do Mestrado Profissional em Ensino de História da Universidade Federal de Santa Catarina.
O Ministério da Saúde define o TEA como um “distúrbio caracterizado pela alteração das funções do neurodesenvolvimento do indivíduo, interferindo na capacidade de comunicação, linguagem, interação social e comportamento”.